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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Espiritualidade Machista

Embora as escrituras mostrem insistentemente a iniciativa divina na obra de salvação, que somos salvos pela graça, que o Grande amante saiu ao nosso encalço, a nossa espiritualidade ainda parece começar com o eu, não com Deus. A responsabilidade pessoal toma o lugar da resposta pessoal. Parecemos absorvidos pelos próprios esforços de crescer em santidade. Falamos de adquirir virtude, como se fosse algum tipo de habilidade que pode ser adquirida pelo esforço pessoal, como uma boa caligrafia ou um equilibrado balanço do taco de golfe. Em períodos de penitencia, focamos nos livrar de nossas obsessões e suar por meio de vários exercícios espirituais, como se fosse um programa para desenvolver a musculatura religiosa.
A ênfase recai no que eu faço em vez de que no que Deus esta fazendo em minha vida. Nessa abordagem machista, Deus é reduzido a um velho espectador bonachão do lado de fora da área. Nossa mística orienta-nos a atribuir qualquer crescimento na vida espiritual aos nossos esforços robustos e resoluções vigorosas. Convencemo-nos de que podemos nos sair muito bem nesse negocio de seguir a Jesus se apenas, de uma vez por todas, tomarmos uma resolução firme e nos mergulharmos de cabeça. Bem, se isso é tudo o que há no discipulado cristão, então nas palavras da cantora Peggy Lee: “ Deixa rolar o álcool”. Tudo o que estamos fazendo é tomar a lenda do homem que venceu pelos próprios esforços e a transferir da esfera econômica para a espiritual.
“ Como vocês podem crer, se aceitam glória uns dos outros, mas não procuram a glória que vem do Deus único?”  (João 5:44)
(Meditações para Maltrapilhos)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sem espaço para Fingimento


Jesus chega ao âmago da questão quando deposita a criança sobre a perna, Ela não é muito centrada em si e por isso não é cheia de acanhamentos e inibições, nem é dada a fingimentos.. Recordo-me da noite em que o pequeno Jonh, de três anos de idade, bate em nossa porta acompanhado dos pais. Olhei para baixo e disse:
_ Olá, John! Que bom ver você!
Ele não olhou nem pra esquerda nem pra direita. Tinha o rosto rígido como uma pedra. Franziu a testa, meio cerrando os olhos com a mira apocalíptica de uma arma em posição de tiro.
_ Cadê os biscoitos? _ Exigiu.
O reino pertence a pessoas que não estão tentando fazer parecer que são boas, nem buscando impressionar ninguém, muito menos a si próprias. Não ficam arquitetando meios de chamar a atenção para si, preocupadas com a forma em que suas ações serão interpretadas, nem se perguntando se ganharão medalhas por seu comportamento. Vinte séculos depois, Jesus dirige-se incisivamente ao asceta presunçoso que se deixou enredar pelo narcisismo fatal do perfeccionismo espiritual, também àqueles de nós que se viram gloriando-se de suas vitorias na vinha, àqueles de nós que se preocupam demasiadamente, fazendo estardalhaço, com suas fraquezas humanas e defeitos de caráter. A criança não precisa lutar por uma boa posição que lhe permita relacionar-se com Deus.

(Extraido do livro Meditações para Maltrapilhos - Brennan Manning)

Sem Reservas


Para mim, a confiança ousada, que corre riscos, é a convicção inabalável de que Jesus e o Pai me amam de uma maneira que desafia a imaginação. Significa aceitar sem reservas tudo o que o Aba de Jesus ordenou para minha vida, ter a atitude de Jesus quando orou no jardim “ Não seja feita a minha vontade, mas a tua”, fazer minha a oração de Dag Hammarskjold: “ Por tudo o que passou, obrigado. Para tudo o que virá, sim”.
Talvez a única forma genuína de medir o grau de intrepidez da minha confiança seja minha prontidão para o martírio. Não somente minha disposição para morrer por ele e pela causa do evangelho, mas para viver para ele um dia de cada vez.
(Extraido do Livro Meditações para Maltrapilhos - Brennan Manning)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Por que Ele fez isso?



“Esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo tornando-se semelhante aos homens.”
Filipenses 2:7

Viagem de férias. Não é fácil. Então por que a fazemos? Por que abarrotar as malas e enfrentar os aeroportos? Você sabe a resposta. Nós amamos estar com aqueles que amamos.

A criança de quatro anos subindo a calçada correndo para os braços do vovô.

A xícara de café com a mamãe antes do restante da casa acordar.

Aquele momento quando, por um momento, todos estão quietos enquanto seguramos as mãos ao redor da mesa e agradecemos a Deus pela família, pelos amigos e pela torta de abóbora.

Nós amamos estar com aqueles que amamos.

Posso lembrá-lo? Deus também. Ele ama estar com aqueles que ama. De que outra forma você explica o que ele fez? Entre ele e nós havia uma distância - um grande vão. E ele não podia suportar isso. E ele não podia tolerar isso. Então ele fez algo a esse respeito.

“Esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo tornando-se semelhante aos homens.”

A graça do Criador


Hoje, estava eu, em minha rotina, caminhando por uma grande avenida quando como que por acaso, olhei para o céu.

O dia estava claro e o céu num tom lindo de azul. Aquela visão me animou e me agitou os pensamentos.

Comecei a pensar na grandeza de Deus, na perfeição da criação, no pleno funcionamento de todas as coisas e na beleza impressionante da natureza...


Como poderia alguém olhar pro céu e realmente acreditar que tudo isso é obra do acaso?

Como pode alguém ousar pensar que tudo esta aqui somente por estar, que não há motivo, razão...?

Como pode alguém olhar pra qualquer parte da natureza e imaginar que não exista um Deus?

Como pode não pensarmos sobre a grandeza de todas as coisas? E se pensarmos em toda perfeição que nos cerca diariamente, como não pensar no Criador de tudo isso?


Os céus declaram a glória de Deus!

A criação exibe toda graça do criador...


Pare alguns minutos hoje para pensar sobre isso.

Invista um momento desse dia para admirar ao Deus criador dos céus e da Terra, dirija a Ele algumas palavras...


Por que Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas!!!!


Eles não conseguiam esquecê-lo


“Deus ressuscitou este Jesus, e todos nós somos testemunhas desse fato.” Atos 2:32

Nós não sabemos para onde os discípulos foram quando fugiram do jardim, mas sabemos o que eles levaram: uma lembrança. Eles levaram uma lembrança comovente de um homem que se dizia ser nada menos do que Deus encarnado. E eles não conseguiam tirá-lo de suas cabeças. Mesmo que eles tentassem, não conseguiriam esquecê-lo.

Se eles vissem um leproso, eles recordariam de sua compaixão.

Se eles ouvissem uma tempestade, eles lembrariam do dia que ele silenciou uma.

Se eles vissem uma criança, eles recordariam do dia que ele segurou uma.

E se eles vissem um cordeiro sendo levado para o templo, eles lembrariam de seu rosto com riscos de sangue e seus olhos alagados de amor.

Não, eles não conseguiam esquecê-lo.

Como resultado, eles voltaram. E, como resultado, a igreja de nosso Senhor começou com um grupo de homens atemorizados em um cenáculo.

E hoje eu e você pudemos saber que a Luz do mundo veio a terra para nós o víssemos.
Aleluia!

Adotados...


“Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da sua vontade”. Efésios 1:5

E você pensava que Deus o havia adotado por causa da sua boa aparência.

Você pensava que ele precisava do seu dinheiro ou da sua sabedoria.

Desculpe. Deus o adotou simplesmente porque ele quis.

Você estava em seu bom propósito e desejo.

Sabendo muito bem do problema que você teria e do preço que ele pagaria, ele assinou o nome dele ao lado do seu e mudou o seu nome e levou você para casa.

O seu Abba o adotou e tornou-se seu Pai.

Feitos para o Céu!



“O meu Reino não é deste mundo” João 18.36.

A infelicidade cultiva na terra um anseio pelo céu. Agraciando-nos com um profundo descontentamento, Deus retém nossa atenção.
A única tragédia, então, é estar satisfeito prematuramente. Acomodar-se na terra. Estar contente numa terra estranha...

Não somos felizes aqui, porque não estamos em casa.
Não somos felizes aqui, porque não é para estarmos felizes aqui.
Somos como “Peregrinos e forasteiros” 1 Pe 2.11.

E você nunca será completamente feliz na terra, simplesmente porque você não foi feito para a terra.
Oh, você viverá momentos de alegria.
Você terá vislumbres de luz.
Você conhecerá momentos, ou até mesmos dias, de paz.
Contudo, não se comparam à felicidade que repousa além.

Nossa casa é o céu! Alegre-se nisso hoje!

“Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.” (1Co 2:9)

A força do Amor de Deus


“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”  (Romanos 5.8)

“Pode alguma coisa fazer-me parar de amar você?”, indaga Deus.



“Veja-me falar a sua língua , dormir em sua terra e sentir as suas dores.


Observe o Criador da vista e da audição, enquanto Ele espirra, tosse e assoa o nariz.


Você pergunta se eu sei como você se sente? Olhe dentro dos olhos do menino, em Nazaré; é Deus indo para a escola. Pense na criança à mesa de Maria; é Deus derramando o leite”.

“Você indaga até onde irá meu amor?
Ache a sua resposta numa cruz lavrada, sobre um monte escarpado. É a mim que você vê ali, o seu Criador, o seu Deus, furado de cravos e sagrando. Coberto de cuspe e encharcado de pecado”.

“É o seu pecado que estou sentindo.
É a sua morte que estou morrendo.
É a sua ressurreição que estou vivendo.

É o quanto eu amo você


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pérolas a Porcos....

Era uma vez um suinocultor que amava sua criação. Cuidava dos porcos com muito carinho. Todavia, sua pocilga nada tinha de higiênica. Entendia que os suínos só se sentiriam bem num ambiente malcheiroso, cheio de lama. Mas resolveu tentar uma mudança. Será que seus animais se adaptariam num local bem limpo?

Assim fez. Defronte à pocilga fétida, construiu uma com todos os requintes de assepsia: água abundante; vasilhames novos; alimentação balanceada; banhos diários dos animais com escovação e xampu; iluminação adequada e outros benefícios.

Passados três meses, o criador estava feliz da vida. Seus porcos cresciam saudáveis e ganhavam peso mais rapidamente. Restava demolir a antiga e fedorenta pocilga. Antes de fazê-lo, pensou com seus botões:

- Será que os meus queridos porcos se esqueceram mesmo da antiga morada?

Será que estão condicionados ao novo tratamento e não mais se lembram da velha e imunda habitação? Os porcos são passíveis de regeneração?

Era preciso ter certeza disso. Certo dia abriu a porta das duas pocilgas e ficou observando. Cinco minutos depois, saiu o primeiro dos cinco suínos e correu para a pocilga imunda; depois mais um, mais outro e, finalmente, todos voltaram à velha habitação:

“O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada, ao espojadouro de lama” (2 Pe 2.22).

É possível que haja homens assim, que amem a imundície? É possível, apesar das portas que o Evangelho abre para um viver longe da sujeira do pecado.

Há os que estão com seus corações tão endurecidos que só lhes resta “certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo” (Hb 10.27). Sábia é a palavra que diz:

“Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas” (Mt 7.6) e “não fales aos ouvidos do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras” (Pv 23.9).

RELIGIÃO OU EVANGELHO?

Existem várias religiões, mas um só Evangelho.

A religião é obra do homem, o Evangelho é dom de Deus.

A religião é o que o ser humano pode fazer para Deus; o Evangelho é Deus fazendo tudo pelo homem.

A religião é o homem em busca de Deus; o Evangelho é Deus buscando o homem.

A religião consiste na tentativa humana de subir a escada de sua justiça própria; o Evangelho diz que Deus desceu ao mundo mediante a encarnação de Jesus Cristo para encontrar os pecadores, como eu e você, no mais baixo nível da escala.

A religião pretende manifestar a boa vontade do homem; o Evangelho é a boa nova do amor de Deus.

A religião reforma o exterior; o Evangelho transforma o interior.

A religião branqueia a superfície; o Evangelho produz o novo nascimento, a verdadeira vida. O "evangelho... é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1:16)

O Senhor Jesus veio e "evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto" (Efésios 2:17).

Qual é essa paz? Trata-se do amor de Deus e da salvação que Ele oferece aos homens por meio de Jesus Cristo. O ser humano não está só, nem deixado à própria sorte e pensamentos, pois Deus lhe estende a mão. Aquele que crê no filho de Deus recebe o perdão dos pecados (Atos 10:43).

O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho. (Marcos 1:15) .

O homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo.

(Gálatas 2:16)

Nossa fé é a plena confiança em um Salvador vivo, e isso nenhuma religião é capaz de produzir ou de imitar.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Amor sacrificial...

Certo dia, um modesto colono chegou à vila com a sua sege (carruagem em

desuso) ligeira, puxada por dois cavalos fogosos. Parou em frente ao correio, onde desceu do veículo, e estava querendo amarrar as rédeas, quando os animais tomados de um grande susto, dando um salto, fugiram num galope desenfreado, arrastando consigo o colono, que a todo custo procurava retê-los.

Este tropeçando, caiu, e agora era arrastado rua abaixo, ferindo-se gravemente aqui e ali. Finalmente tropeçando os animais, caíram pesadamente sobre o corpo do homem.

Os transeuntes que haviam presenciado essa cena excitante, correram imediatamente em seu auxílio. E quando o removeram de debaixo dos animais, já estava moribundo. Então perguntaram-lhe por que tinha arriscado tanto a vida pelos cavalos e seu velho carrinho. Ao exalar o último suspiro, disse: "Ide e olhai para dentro do coche." Olharam e viram ali seu filhinho dormindo tranqüilamente. Agora sabiam por que havia sacrificado sua vida. Valeu a pena fazê-lo.

Sim meus amigos, assim fez Jesus. Ele se pôs no caminho da humanidade e procurou deter aquele que se esforçava por destruir a vida de muitos.

"Foi esmagado pelos homens ímpios, mas nos salvou da morte e da condenação eterna !"

A faca ...

Havia um jovem tolo, para o qual foi dada uma faca, serrilhada de um lado e cega do outro. Este recebeu a faca com a parte cega para cima e por causa disto só observou e admirou tal parte. Ele inicialmente começou a passar o dedo sobre o mesmo lado da faca e observou que nada lhe acontecia. Após algum tempo, ele começou a passá-la no braço e percebeu que também nada lhe acontecia. Assim, concluiu que a faca era inofensiva.

. . Quando chegou a sua casa, tão empolgado quanto desavisado, chamou sua sábia mãe e mostrou-lhe a faca e lhe falou que a faca era inofensiva e para provar passou a parte cega em seu braço. Ao passo que a sábia mãe somente disse para ele tomar cuidado que ele ia se cortar.

. . O jovem ficou revoltado com a mãe. “Como uma faca tão inofensiva faria algum mal para mim”. Então passou a provar sua tolice demonstrando a muitos quão inofensiva era a faca.

. . Em uma demonstração, por desaviso e descuido, ele inverteu o lado da faca. Ao passá-la no braço, obviamente, cortou-se e desesperado jogou a faca longe e exclamou:

. . - Esta não é minha faca. Esta nunca poderia ser minha faca. Eu quero a minha faca.

. . Ao chegar correndo em casa, sua mãe tratou-lhe o ferimento e lhe disse:

. . - Jovem néscio, eu te avisei que você poderia se cortar com aquela faca, mas você em sua tolice ignorou que aquela faca possuía dois lados e por isso se machucou. Ainda bem que você está vivo. Nunca lhe passou pela cabeça que você podia ter se matado?

. . Após recuperar-se o jovem, triste com sua tolice, voltou ao local aonde tinha jogado a faca. Ao pegá-la um temor correu-lhe pela espinha. Agora ele a conhecia, agora ele verdadeiramente a conhecia.

. . Igualmente tolo é aquele que fica olhando somente para os atributos de Deus que lhe agradam e não busca conhecê-lo (na medida do possível para nossas pequenas mentes) na extensão de seu majestoso caráter.

“Você pensa que eu sou como você? Mas agora eu o acusarei diretamente, sem omitir coisa alguma. Considerem isto, vocês que se esquecem de Deus; caso contrário os despedaçarei, sem que ninguém os livre.” [Salmos 50: 21, 22]

. . Buscamos conhecer o amor, a bondade, a misericórdia e a graça divina, mas será que buscamos com o mesmo empenho conhecer a justiça, a ira, a soberania, a santidade e a glória de Deus? Nosso conhecimento de Deus deve ser completo, para que sejamos completos nEle. Se nos apegamos mais a alguns dos atributos de Deus e desprezamos os demais, acabamos inconscientemente criando o nosso próprio deus: apenas com o que apreciamos, e rejeitando o que desprezamos.

Você Rejeita o que é mau?

"Estas coisas aconteceram para nos servir de exemplo, a fim de que não cobicemos coisas más, como eles cobiçaram" (I Coríntios 10.6).

Em certo mês recebi uma revista onde a matéria principal era: "Aposente-se rico". No mês seguinte a matéria foi: "Rico antes dos 40". Pelo jeito esse assunto tem uma boa aceitabilidade entre os leitores, dois meses seguidos! E realmente essas matérias são bem sedutoras mesmo, não é verdade?

É certo que não há pecado em querer ser bem sucedido financeiramente, mas há uma linha muito tênue entre o domino próprio e a cobiça. Cobiça é pecado porque é um "desejo imoderado de bens, riquezas ou honras; ambição, avidez, concupiscência". Facilmente esse desejo se torna uma idolatria. Percebe o perigo?

Essa é apenas uma das inúmeras propostas malignas que o mundo oferece. É bem possível tirar coisas boas desses materiais, mas nos seria necessário atenção dobrada.

O Apóstolo Tiago nos mostra que a "tentação" é o primeiro passo da sedução (Tiago 1.14-15). Esse apóstolo nos ensina que ninguém é tentado naquilo que não lhe causa interesse. Portanto, estar exposto, ou permanecer exposto, àquilo que não agrada a Deus (porém lhe atraí), é um risco muito grande. Ceder, as propostas malignas, é pecado, e o pecado gera a morte eterna (eternidade sem Deus).

Paulo, no contexto da passagem de hoje, ressaltava que o povo que saiu do Egito, liderado por Moisés, cedeu às propostas do mundo, mesmo sabendo que não agradava a Deus. O resultado disso foi que nenhum deles entrou na Terra Prometida. Apenas Josué e Calebe resistiram às seduções, às propostas malignas, e receberam da promessa.

Talvez a pergunta a seguir lhe pareça sem nexo, mas o que você consegue aprender com os maus exemplos? Parece óbvio, mas os maus exemplos nos ensinam que não podemos praticar as mesmas coisas. Você precisa dar atenção a isso!

Um dos pontos que se deve ter atenção é a sua carreira profissional. Será que não está sendo controlada pela cobiça? Outro ponto de atenção são os seus relacionamentos, será que você "ama o próximo como a ti mesmo"? Quem está norteado seus interesses e ações? Se é a Palavra de Deus, glória a Ele por isso. Mas se não é, cuidado. Não há caminho que gere vida senão o Senhor Jesus Cristo.

Esse Exemplo deve ser seguido. Lembre-se disso.

ONDE ESTÁ O TEU DEUS?

"Elias era um homem semelhante a nós" (Tg 5:17).

Gostamos dos super heróis, mas a Bíblia não esconde seus pés de barro, as fraquezas desses homens. Abraão, homem obediente, era mentiroso: Davi, guerreiro de Deus, não escondia seu adultério. Como Elias, nós temos períodos de sucesso.

Reconhecido como homem de Deus, Elias tinha suas orações respondidas, orações sobrenaturais, poder para ressuscitar mortos, autoridade reconhecida diante de reis. Sua autoridade moral era inquestionável e indiscutível. Quer conhecer um líder? Veja quem o está seguindo. Elias era um fazedor de líderes, com autoridade para confrontar os opositores de Deus. Terminou sua carreira de maneira apoteótica. Mas, Elias teve seu momento de desespero, quando chegou a pedir a morte. Ele teve crise de solidão, passou por depressão.

Deus trata a cada um de nós amorosamente, carinhosamente e da forma mais natural possível. Há momentos em que Deus nos trata de acordo com as nossas necessidades. Como no caso de Elias, há dias nos quais o que menos você precisa é barulho, agitação. Deus veio através de uma brisa suave.

Elias então cobriu o seu rosto com sua capa e saiu, ouviu: "Que fazes aqui Elias, aqui não é o seu lugar" . Deus proveu então descanso, sono,alimento para Elias, renovou-o. O profeta sobe o monte e recebe as respostas para todas as suas necessidades. Deus não disse: "sua necessidade é jejum e oração", mas, sim, "comer e dormir". Elias foi suprido em todas as suas necessidades emocionais, físicas, espirituais. Colocou-se em pé e reencontrou-se com seu Deus, e a frase ficou: "Encontrou o Deus de Elias".

Onde está o teu Deus? Os momentos passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece. Temos que buscar a maturidade, o compromisso e seguir a Deus com inteireza de coração.

Deus trata conosco quando estamos no alto da montanha e também no vale mais profundo.

E o Seu Deus onde está?

A BUSCA PELAS COISAS DA VIDA

“Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento.” Eclesiastes 1:17

Nosso texto de hoje revela a profundidade da busca do sábio. Sua prioridade foi buscar conhecimento e sabedoria. Talvez nestas coisas ele encontraria a satisfação da alma que nós tanto buscamos. O saber, parece mais um requisito básico, para se conseguir o respeito, ou o espaço na sociedade. As pessoas são valorizadas pelos títulos que possuem, ou pelos diplomas que tem na parede de casa. É interessante que independente do conhecimento, quando duas pessoas começam a argumentar sobre algum assunto, todas duas querem stressar o seu ponto de vista, afim de convencer a outra. O querer saber mais, ou ser o mais entendido, parece ser uma característica carnal do ser humano. Estimulado por esse senso de saber mais, surge a busca pelo conhecimento e sabedoria.

Mesmo depois de ser reconhecidamente um homem sábio, Salomão descobriu que não estava satisfeito. E foi por isso que ele resolveu buscar conhecer fundo o que era a tolice, e a falta de juízo. As vezes nós condenamos os jovens porque eles estão indo as festas, dançando, ou bebendo, ou buscando prazeres proibidos, e não entendemos que isso faz parte desta mesma busca pela loucura que Salomão teve. Pelas palavras do sábio, fica claro que a razão desta busca é o vazio. Vazio que ao não ser preenchido, cria uma certa revolta, e por isso hoje se usa cabelos coloridos, brincos na língua, e etc... Talvez hoje seja muito mais facil, buscar logo a loucura e a estultícia, do que a sabedoria e o conhecimento dos bancos escolares.

A conclusão do sábio é dramática. Mesmo que você busque as coisas desta vida intensamente, você vai terminar como se tivesse correndo atrás do vento. Ao usar a figura da natureza, nosso texto deixa um verdade profunda que nós preferimos ignorar. Deixe-me ilustrar para que você possa entender. Você vai andando pela rua, e de repente você ver um amigo seu, ou seu pai, ou seu professor, ou seu pastor, correndo pela rua como se estivesse correndo atrás de alguém, ou algo. Você então pergunta porque ele está correndo. E ai vem a resposta: “Estou correndo atrás do vento.” O que você pensaria do seu amigo? Que é louco? Que está doido? Salomão ta dizendo, que nós passamos a vida correndo atrás das coisas deste mundo, e transformamos a nossa vida em uma autêntica loucura. Correndo atrás do nada.

Agora eu pergunto: Atrás de que você está correndo nesta vida? Sabedoria? Conhecimento? Estultícia? Dinheiro? Riqueza?

Não viva a vida correndo como louco atrás das coisas perecíveis. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. João 10:10. O homem possui uma sede de vida eterna e Jesus disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:3.

O verdadeiro conhecimento e sabedoria desta vida é conhecer a Deus e Jesus Cristo. Eles são a única verdade absoluta, que pode preencher o vazio que o pecado deixa no nosso coração. O peso e o valor que você tem no universo de Deus, é determinado pela comunhão e reprodução do caráter de Cristo em sua vida. Não existe vitória, para aqueles que vivem correndo atrás do vento.

Há uma benção, que só será alcançada, quando Cristo se tornar o centro da nossa vida.” Busque o Senhor enquanto se pode achar, e seja feliz agora e para sempre!

Velocidade sem freio...

Uma das três coisas desaparecidas na época do profeta Oséias (de750 a 722 a.C.) foi o conhecimento de Deus: “A fidelidade e o amor desapareceram desta terra, como também o conhecimento de Deus”

(Os 4.1).

Quando não há profetas que falem da parte de Deus, quando os sacerdotes são iguais ou piores do que o povo, quando ninguém sabe em que gaveta a Palavra de Deus está escondida...

Quando o vergonhoso deixa de ser vergonhoso, quando todos os diques são implodidos e todos os muros de arrimo são derrubados, quando a permissividade põe fogo em todas as placas de advertência...Então, como proclama o profeta, “um povo sem entendimento precipita-se à ruína!” (Os 4.14).

Os pregadores fazem parte da sociedade. São tão importantes como os engenheiros, os médicos, os professores, os empresários. Uma parte da contribuição global pertence a eles.

A falência da pregação, da leitura e da exposição das Escrituras Sagradas esconde Deus do povo. Enquanto o normal deveria ser “Conheçamos o Senhor” e “Esforcemo-nos por conhecê-lo” (Os 6.3), acontece o inverso. O esforço que alguns setores da sociedade pedem é em sentido contrário. Eles querem diminuir a lembrança do nome de Deus, do caráter de Deus, pois o conhecimento de Deus incomoda, trava as paixões interiores, engorda a boa consciência, infunde o maravilhoso temor do Senhor.

A diminuição ou a perda do conhecimento de Deus, todavia, é uma loucura. Aumenta a velocidade do gozo, mas acaba com o freio. Não há mais como parar nem nos buracos da vida nem nas curvas da vida nem no final da estrada da vida. Daí a lembrança histórica: “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento” (Os 4.6).

Porque Israel rejeitou o conhecimento de Deus, a nação mergulhou no abismo da corrupção generalizada. A denúncia é do profeta: “Só se vêem maldição, mentira e assassinatos, roubo e mais roubo, adultério e mais adultério; ultrapassam todos os limites! E o derramamento de sangue é constante.” (Os 4.2.)

Como foi possível acontecer tudo isso naquela época não-moderna (mais de 700 anos antes de Cristo), numa faixa de terra pequena, no meio de um povo que conhecia de cor os Dez Mandamentos e que havia sido chamado e treinado para ser “uma luz para os gentios” (Is 49.6)?

Como foi possível chegar a esse ponto de deterioração moral numa época em que não havia televisão, internet, revistas e filmes de violência e pornografia, tráfico de drogas e turismo sexual?

A verdade nua e crua é que a humanidade não muda, é sempre a mesma, ultrapassando “todos os limites”, repetidas vezes.

É preciso não deixar a Palavra de Deus na gaveta para proclamá-la por todo canto, por meio de profetas que vivem o que devem pregar!

É preciso Ouvir o que estes profetas dizem e corrigir-se para que não pereçamos por falta de “conhecimento”.

A VANTAGEM DO HOMEM

“Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol? Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.” Eclesiastes 1:3 e 4.

Salomão faz uma pergunta reflexiva se referindo aos valores efêmeros da vida do homem. É interessante como o ser humano no seu cotidiano diário sempre quer levar vantagem. Na nossa ânsia de sobrevivência, nós podemos facilmente estar levando vantagem sobre alguém. Geralmente quando se tira vantagem de algo ou alguém, o engano vem junto. A vida por si própria tem se tornado uma grande competição para ver quem vive melhor, quem é mais esperto, e é neste ponto que todos nós queremos levar vantagem. Salomão pergunta, de que vale a vantagem do homem, se no fim da vida ele passa? Porque lutar com tanta veemência para ter bens materiais, se no fim não poderemos manter eles? O Sábio tanto na pergunta, como na resposta, ele usa dois elementos que não passa, que perdura, pelo menos enquanto o pecado existir, que é o Sol e a Terra.

Eu penso que a mensagem que Salomão quer nos passar, é de que não há vantagem no trabalho, há ponto dele ser a prioridade da nossa vida. Jesus disse: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” Mateus 6:31-34. O Trabalho é benéfico como uma fonte de manutenção, não como a prioridade da nossa vida. Nossa prioridade deve ser buscar a Deus em primeiro lugar. Aliás, essa é a única e verdadeira vantagem da existência humana, pois em Cristo Jesus nos conquistamos o nosso direito de vida eterna.

Na resposta da pergunta, Salomão fala que gerações e gerações tem passado, mas a terra permanece. Sua afirmativa nos lembra de como a natureza humana é perecível e inconsistente, no que se refere a valores eternos. Nossa busca desesperada pelo trabalho, é justificada pelo desejo de conseguir o dinheiro, que nos dá as coisas materiais. A Bíblia não ta falando que sejamos preguiçosos e paremos de trabalhar, mas que o trabalho tem por objetivo suprir a nossas necessidades básicas. O conselho Bíblico é: “Basta a cada dia o seu mal.” A vantagem do homem é trabalhar para Jesus; é buscar o Reino de Deus em primeiro lugar; e então, alcançaremos não só a benção da Justiça de Cristo, mas veremos também as coisas materiais sendo acrescentadas. Que Deus nos ajude colocar Ele em primeiro lugar em nossa vida!

FIDELIDADE....

Conta-se que existia um grande monarca, e que um dia ele reuniu e designou uma tarefa muito difícil a todos os sábios que existiam em seu reino – Que eles escrevessem toda sabedoria que existisse na terra e a trouxessem para ele. Durante um período de oito anos aqueles sábios empenharam-se em trabalhar duramente para cumprir a ordem do rei; após esses longos oito anos, eles trouxeram seis grandes volumes diante do rei; ao olhar aqueles grandes volumes o rei disse: “isso é grande demais, diminuam isso ao máximo que conseguirem,” eles olharam uns para os outros, e mesmo sem entenderem muita coisa, saíram novamente para refazer sua tarefa.

Após dois anos de trabalho eles conseguiram trazer diante do rei um grande volume; o rei ao olhar aquele grande volume disse: “ainda está grande demais, diminuam isso novamente, façam o melhor que possam”.

Um clima de frustração e desânimo pairou sobre eles, e novamente voltaram ao seu local de trabalho para executarem sua difícil tarefa. Depois de 6 meses de trabalho eles chegaram a uma conclusão e trouxeram para o rei um pequeno bilhete; ao abrir o bilhete logo um longo sorriso apareceu em seu rosto, disse ele: “isso mesmo”.

No bilhete tinha escrito a seguinte frase: “não existe almoço grátis.” A implicação dessa frase está em que, tudo na vida requer um preço em termos de esforço, disciplina e perseverança. Nada é de graça (apenas a nossa salvação).

Às vezes espiritualizamos tudo ao nosso redor e achamos que todas as coisas que vão acontecer conosco depende unicamente de Deus, e então, diante disso batemos o martelo.

Esquecemos que a fé tem uma ação correspondente – uma ação dinâmica. Um bom exemplo disso encontro no livro de provérbios 2:3.4 “Se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz,(oração). Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares,(ação efetiva). Então entenderás o temor do SENHOR, e acharás (êxito) o conhecimento de Deus”.

Observe que o autor nos encoraja a busca pela sabedoria através da oração, mas também nos encoraja a sermos diligentes e efetivos em busca dessa sabedoria, não podemos ficar somente na “oração”, O nosso êxito está relacionado diretamente com as nossas atitudes em relação ao plano de Deus.

José do Egito foi fiel mesmo na prisão, e foi promovido; seus opositores não conseguiram impedir a sua ascensão, mesmo ao lado de Potifar e galgando já de uma posição no reino, ele não se acomodou com o conforto que o êxito proporcionara para ele, diante das investidas da mulher de Potifar (longe do olhar de seu líder e de outras pessoas), ele manteve-se fiel a Deus e ao seu líder; acabou em uma prisão, sendo injustiçado, mas teve seu galardão em manter-se obediente e fiel à Deus mesmo naquele lugar.

Longe dos aplausos e das pessoas, longe dos elogios e tapinhas nas costas, ele tinha a percepção que fidelidade é algo de dentro para fora, ele não precisava de um título, para ser fiel, pois o título deve ser feito com fidelidade, por isso, ele recebeu o título de governador do Egito. Em momento algum o vemos se lastimar e jogar a culpa sobre “o homem”.

Na verdade essa é a desculpa que nós cansamos de ouvir em vários lugares, “eu não estou lá porque o homem não deixa”. Absolutamente não. você não está lá, porque algo está errado com você, se você continuar a fazer sempre o que tens feito de errado, terás sempre o mesmo resultado.


Seja fiel com as coisas de Deus, mantenha um espírito de excelência sobre tudo que você faz, nunca espere nada de ninguém, tome iniciativa (sempre em submissão). Alegre-se mesmo atrás dos bastidores, “aquilo que nós fazemos em oculto, Deus recompensa publicamente”.

O Duelo

Certo dia, a pedra disse:

Eu sou forte! Ouvindo isso, o ferro disse: Eu sou mais forte que você! Quer ver? Então, os dois duelaram ate que a pedra se tornasse pó.

O ferro, por sua vez, disse: Eu sou forte! Ouvindo isso, o fogo disse: Eu sou mais forte que você! Quer ver? Então os dois duelaram ate que o ferro se derretesse.

O fogo, por sua vez, disse: Eu sou forte! Ouvindo isso, a água disse: Eu sou mais forte que você! Quer ver? Então, os dois duelaram ate que o fogo se apagasse.

A água, por sua vez, disse: Eu sou forte! Ouvindo isso, a nuvem disse: Eu sou mais forte que você! Quer ver? Então, as duas duelaram ate que nuvem fez a água evaporar.

A nuvem, por sua vez, disse: Eu sou forte! Ouvindo isso, o vento disse: Eu sou mais forte que você! Quer ver? Então, os dois duelaram ate que o vento soprasse a nuvem e ela se desfizesse.

O vento , por sua vez, disse: Eu sou forte! Ouvindo isso, os montes disseram: Nos somos mais fortes que você! Quer ver? Então, os dois duelaram ate que o vento ficasse preso dentre o círculo de montes.

Os montes, por sua vez, disseram: Nós somos fortes! Ouvindo isso, o homem disse: Eu sou mais forte que vocês! Querem ver? Então, o homem, dotado de grande inteligência, perfurou os montes, impedindo que eles prendessem o vento.

Acabando com o poder dos montes, o homem disse: Eu sou a criatura mais forte que existe! Ate que veio a morte e o homem, que achava ser inteligente e forte suficiente, com um golpe apenas, acabou com o homem.

A morte ainda comemorava, quando, sem que ela esperasse, um homem chamado "JESUS" veio e, com apenas 3 dias, venceu a morte e todo o poder foi lhe dado na terra como no céu. Como se não bastasse ter vencido a morte, ele nos deu o direito de ter "vida eterna", através do seu sangue, que nos liberta de qualquer pecado.

Alegremos ! Exultemos! Louvemos! Exaltemos o nome Daquele que é digno de toda adoração para sempre!

Aleluia!