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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Aplauda sonora e frequentemente

“Cantem para ele e louvem-no; relatem todas as suas maravilhas.” Salmos 105:2
Deus nunca tirou os olhos de você. Nem por um milisegundo.
Ele sempre está perto. Ele vive para ouvir seu coração bater. Ele ama ouvir suas orações.
Ele morreria por seu pecado antes de deixar você morrer em seu pecado, então Ele o fez.
O que você faz com tal Salvador?
Você não canta para ele?
Você não declara, confessa, e proclama seu nome?
Você não dobra um joelho, abaixa uma cabeça, martela um prego, alimenta os pobres, e eleva o seu dom em adoração?
Claro que você faz.
Adore a Deus.
Aplauda-o sonora e frequentemente.
Por amor a você, você precisa disso.
Por amor a Deus, ele merece isso.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

BATATAS E MAGOAS...

O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Durante a aula ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.

Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com as batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.

Esta é uma excelente metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.

Afinidade

Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.

Afinidade é não haver tempo mediando a vida.

É uma vitória do adivinhado sobre o real.

Do subjetivo para o objetivo.

Do permanente sobre o passageiro.

Do básico sobre o superficial.

Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.

O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.

Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios. Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.

Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.

E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.

"O que fazemos em vida ecoa em toda a eternidade"

Sentimentos

Quanto tempo dura uma alegria para você?

Se for uma comemoração bacana, algo muito esperado, quanto tempo você comemora?

Se for uma disputa, um campeonato e você for o campeão, quanto tempo dura a emoção do triunfo?

E se for um amor, o primeiro beijo depois de muita batalha?

Quanto tempo seus lábios ficam sentindo esse gostinho, e quanto tempo seu coração fica disparado?

Preste atenção nas emoções da alegria,

por maior que seja a explosão de felicidade, deixamos escapar os bons momentos pelos vãos dos dedos, parece que nossa alma anseia sempre por algo mais, o amor de ontem vira rotina nos próximos dias, o campeonato tão disputado já virou troféu na galeria, e daquele dia tão lindo, só restam algumas fotos, meio amareladas pelo tempo, pelo desuso.

Já a dor, o sentimento de perda,

esse não esquecemos facilmente.

Perceba quanto tempo choramos pelos entes queridos?

Quanto tempo perdido ao lamentar o amor que se foi?

Muitos não recuperam depois de perder um campeonato, outros não conseguem esquecer uma traição, outros não conseguem perdoar qualquer contradição, e arrastam por longos anos, o sentimento da dor, cultivando uma doença na alma, um câncer que não se cura, uma ferida que não seca.

Assim, neste dia que também vamos esquecer rapidamente, guarde a lição da vida, da natureza que lentamente constrói, desde filetes de água que um dia serão oceanos, até pequenos grãos de areia que se ajuntam com o vento, e um dia serão montanhas que iremos escalar, "seja grato com a vida que te traz oportunidades, saiba agradecer o pão que teu suor conquista, não lamente o que se perdeu, chore apenas pelo que não consegues buscar, porque todas as coisas te são possíveis, neste dia em que a alegria passa ligeiro, e a tristeza quer fazer morada, no coração de quem não aprendeu, que a vida é a jóia mais preciosa, que Deus entregou na mão de um ser especial, a quem Ele carinhosamente chama de filho: você.

Cuide bem do seu tesouro, a vida é dom de Deus!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sem Lugar Para o Ódio

"O ódio excita contendas; mas o amor cobre todas as transgressões" (Provérbios 10:12).

Um pequeno fazendeiro, bastante chateado com uma raposa que costumava invadir seu galinheiro para roubar suas aves, conseguiu, depois de um certo tempo, capturá-la. Tomado de grande rancor e desejo de vingança, amarrou uma corda encharcada com óleo em sua cauda e ateou fogo.

Saindo em disparada, a raposa acabou indo em direção ao campo de trigo do fazendeiro. Era tempo de colheita e toda a plantação foi destruída. Só restou ao homem o lamento pelo prejuízo que seu gesto causou.

Quando agimos movidos pelo ódio e sem o domínio que é característico daqueles que caminham com Deus, estamos sujeitos a experimentar, em tempo curto, as conseqüências de nossos atos. Geralmente somos mais atingidos do que aqueles que são alvos de nossa vingança.

Enquanto o amor praticado produz regozijo e paz para nossa alma, o ódio nos envolve com mau-humor, inquietação e isolamento. Aqueles que guardam sentimentos mesquinhos no coração não conseguem fazer amizades e não sabem o que é ser feliz.

Uma pessoa jamais deve tentar vingar-se de quem lhe prejudica, por maior que seja o dano causado contra ela. O perdão é a melhor solução e o caminho que Cristo nos ensinou.

Que saibamos colocar todos os maus pensamentos e desejos de vingança diante do altar do Deus, pedindo a Ele que os apague de nossas mentes e não permita que retornem aos nossos corações.

O amor encobre todo sentimento de raiva e torna nossa vida mais formosa.

A INVEJA

"...a inveja mata o tolo" (Jó 5:2).

Conta-nos uma fábula que duas águias voavam juntas. Uma tinha muita inveja da outra porque esta conseguia voar mais alto e com muito mais elegância. Sentindo-se inferior, a águia invejosa planejou vingar-se da companheira e começou a arrancar suas maiores e mais fortes penas e atirar contra a outra, como flechas, com o propósito de feri-la ou mesmo matá-la. Seria a sua desforra. Mas não conseguiu atingir a outra águia porque esta voava muito mais alto. Ao contrário desta, a perdedora, pela falta de suas penas, acabou enfraquecida e esborrachando-se no chão.

O sentimento mesquinho da inveja jamais trará qualquer benefício aos que o cultivam no coração. O sucesso dos que estão ao nosso redor, em vez de gerar descontentamento e inveja deve ser um motivo a mais de felicidade, por ver as conquistas dos amigos, e um estímulo para prosseguir em busca das nossas próprias vitórias.

Deus tem seus planos para todos nós. Ele coloca cada um no lugar que achar melhor, concede-lhe talentos, que são diferentes, e quando os desempenhamos de acordo com a vontade do Senhor, mesmo que em níveis diferentes, somos tão ou mais vitoriosos do que aqueles a quem admiramos.

A inveja pelo sucesso alheio torna quem a pratica ainda menor, candidatando-se a viver debaixo de frustrações e derrotas. O alvo de sua inveja conseguirá alçar grandes vôos e o seu destino é esborrachar-se no chão!

Regozije-se sempre com as suas bênçãos... e com as dos outros também!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Ansiedade...


Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

(Filipenses 4:6,7)

Se você precisasse de um ajudante contrataria qualquer um? Claro que não. Estaria seguro que ele é alguém com uma boa experiência profissional.

O apóstolo Paulo estava qualificado para ensinar sobre a importância da satisfação, pois estava escrevendo de dentro da prisão. Paulo estava dizendo que a oração guardará o coração da ansiedade.

Orar conforme a palavra de Deus, resulta na proteção e por isso é sábio seguir o modelo que Jesus nos deu. O Pai Nosso nos ensina a adoração ao Pai e não a importância das nossas palavras.

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. (Mat. 6:9-13)


Deus quer ouvir o que nos preocupa. Esses problemas nos mantém de joelhos, aí está o ponto principal da nossa relação com Ele.

Por que Deus espera que o honremos quando o que queremos é ajuda imediata para nossos problemas?
Porque aonde está o nosso pensamento aí está também o coração. Quando nos concentramos na Sua Grandeza e Soberania colocamos nossas necessidades na perspectiva correta e isso nos tranqüiliza.
O importante é saber que Ele tem o controle e está ativo.

Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? (Mt. 6:30)

Um pouco antes de se cumprir o processo da cruz, Jesus foi orar e orando pediu ao pai que se possível fosse passasse dele aquele cálice, mas que contudo, fosse feita a vontade de Deus. Ao mesmo tempo que ele clamava por socorro, se submetia a vontade do Pai. Em conseqüência, uma paz sobrenatural lhe fortaleceu lhe dando forças para fazer frente a seus verdugos e enfrentar toda a dor física, emocional e espiritual que estava por vir.

O apóstolo Paulo nos dá um plano de paz radical:


- louvemos ao Senhor no meio da perseguição;
- devemos dar graças quando enfrentamos provas;
- e oremos por tudo.
Cada oração prepara o coração contra a ansiedade.

Esse é o excelente conselho de um homem que vivia o que pregava.

Superando a Ira


Nesta semana enquanto eu aguardava em uma fila de carros para entrar no estacionamento de uma padaria em Higienópolis, fui surpreendido por dois rapazes em um Audi prata que saiu de trás do meu carro e parou ao meu lado esquerdo. O motorista, que queria entrar na garagem de um prédio de apartamentos, abriu o vidro e bradou: “Sai da frente seu Animal!”

Eu sou por natureza uma pessoa de pavio curto e de reação instantânea, mas desta vez eu me contive e apenas perguntei aos rapazes: “Qual é a razão disso? Prá que me chamar de animal?”.

Daí prá frente eu não posso mais repetir o que eu ouvi dos dois jovens. Eles queriam entrar na garagem do prédio e não puderam esperar um minuto fila andar. Eles me agrediram verbalmente e moralmente e eu me senti profundamente humilhado!

Por alguns instantes meu sangue ferveu, a adrenalina explodiu em meu corpo e a ira tomou conta completamente do meu ser! Eu tinha duas opções naquele momento: descer do carro e descarregar toda a minha ira e o meu sentimento de injustiça e indignação naqueles dois rapazes mesmo correndo riscos maiores ou frear os meus impulsos e ir prá casa com um nó na minha garganta e encontrar a minha família.

Apesar da cólera eu tomei a segunda decisão e fui pra casa sem reagir, mas com o sentimento terrível de ter sido agredido moralmente e de ter sofrido uma tremenda violência moral.

Demorou algum tempo para eu conseguir me desligar desta cena de desrespeito e violência, bem como, para a adrenalina baixar em meu corpo. Entretanto, eu agradeci a Deus por ele não ter deixado que aquela agressão dos dois rapazes determinasse as minhas atitudes.

Em nossa sociedade são muitas as situações de violência física e moral a que estamos sujeitos. Quantas discussões no trânsito não acabam em tragédia? Quantas pessoas não usam seus cargos de autoridade para oprimir subalternos? Quantas pessoas não se sentem melhores do que as outras só porque tem maior poder econômico, ou porque ocupam uma posição social de destaque?

A violência a que estamos sujeitos em nossa sociedade não é apenas física, mas moral, social, religiosa, e econômica também. Como reagir? Como se portar diante de uma violência? O que fazer com a ira que por vezes toma conta de nós quando nosso sangue ferve? Como defender a nossa honra e não sairmos com o sentimento de que fomos diminuídos?

A Bíblia nos dá alguns conselhos difíceis, mas sábios diante das situações que podem suscitar a nossa indignação e a nossa ira.

No Salmo 4.4 encontramos: “Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se reflitam nisso, e aquietem-se”.

Perceba que a bíblia não diz: “Não fiquem irados”, mas “Quando ficarem irados...”. A ira é um sentimento natural do ser humano, e é impossível não experimentá-lo, principalmente quando somos desrespeitados ou agredidos!

O que está em questão aqui não é o sentimento de ira e indignação, mas o que vamos fazemos com este sentimento que nos oprime. Uma das atitudes mais comuns é a reação violenta e imediata. Entretanto, quando reagimos violentamente, na mesma proporção com que fomos agredimos, agimos pela emoção e podemos cometer erros irreparáveis.

Por isso, o autor de Provérbios nos alerta: “O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina-se”. Provérbios 29.11

Ainda, quando reagimos movidos pela ira as nossas atitudes se não produzem justiça. Veja o que Tiago diz: “Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus”. Tiago 1.19-20

Em suma, quando damos vazão a nossa ira, de maneira irracional e violenta, deixamos que as atitudes dos outros acabem determinando as nossas próprias atitudes.

Mas como lidar, então, com a ira que por vezes é justa? Como lidar com aquele nó na garganta? Seguem algumas sugestões baseadas na sabedoria bíblica:

1º. Devemos procurar controlar a nossa força!
Veja novamente o que diz o sábio autor de Provérbios: “O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina-se”. Provérbios 29.11 Não reagir no momento da cólera pode parecer sinal de fraqueza, mas é, na verdade, um sinal de domínio próprio e autocontrole! Atitudes tomadas sob forte emoção só trazem prejuízos pessoais.

2º. Devemos agir apenas após a adrenalina baixar!
Reveja o conselho do salmista: “Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se reflitam nisso, e aquietem-se”. Salmo 4.4 Não reagir no momento da ira também não é sinal passividade, mas de sensatez e prudência. Em meio a raiva é mais fácil errar, mas após a fúria passar é mais fácil tomar as atitudes assertivas.

3º. Devemos entregar e confiar a Justiça a Deus!
Veja a confiança do escritor do Salmo 37: Não se aborreça por causa dos homens maus... Confie no SENHOR e faça o bem... Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá... Descanse no SENHOR e aguarde por ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos outros, nem com aqueles que maquinam o mal. Evite a ira e rejeite a fúria; não se irrite: isso só leva ao mal... Os ímpios tramam contra os justos e rosnam contra eles; o Senhor, porém, ri dos ímpios, pois sabe que o dia deles está chegando. Salmo 37.1-13

Deus é o justo juiz. Quando decidimos fazer justiça com as próprias mãos nos tornamos iguais aos agressores e em vez de justiça promovemos a vingança. No entanto, quando entregamos para Deus a nossa causa e confiamos nele, podemos esperar pela justiça que é certa!

Que Deus nos ajude a enfrentar todas as situações de stress que geram ira em nossos corações.